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sábado, 2 de maio de 2009

Djarum Black (Escolhas - "Assim Caminha a Humanidade")



Dia desses na praia no quase 9, local que frequento, uma pérola em conversa entre 2 amigos assunto crise financeira, como lidar dar com isso, atitudes e que tais; pequeno trecho:


01-"Eta dia!"
02-"Tem cigarros?"
01-"Tô sem, tô economizando até no cigarro, fumando menos para não gastar, pode isso?"
02-"Ah! Que bom né? Assim você pára de vez."
01-"Mas forçado, né?."
02-"E maconha? Tá fumando?"
01-"E de larica? Vou comer o que depois? Tá doida?"
02-"Ah! Sei lá eu, coma algo que goste, não sei."
01-"Você não tá entendendo, ou compro larica ou maconha. As duas coisas, sem chance."

É, a coisa não está boa não, o mar não está para peixe, a maré baixou, o tempo fechou e tatuí nem mora mais aqui.
Não entro em questões drogas, não mesmo, o que me chama a atenção é a forma como estamos, todos, cada um no seu quadrado - adoro isso! - enfrentando estes tempos com questões tão intensas, em uma velocidade tamanha a atordoante, que em muitos casos perdemos a noção do que é prioritário e o que pode, facilmente, deixar de pertencer a nossa lista ítens de primeira necessidade. Muda com o dia, com o humor, com a pressão externa. Não tem jeito se queremos "evoluir". Mas será evoluir mesmo? Estamos no olho do furacão. Para onde vamos ninguém sabe ao certo, é uma adaptação para novos tempos, e isto é bom, o homem sempre busca seguir, caminhar em busca de novos horizontes, é a perpetuação da espécie que manda, através deste instinto, todo o restante é regido. Na história da humanidade podemos perceber que o sexo, ou a procriação, é o que nos rege desde a pré-história. Criar, a cria, a criação. Passar adiante seu código genético, e nele, toda a informação de organismo. E o que mais ainda vai se descobrir nestas pesquisas sobre o código genético e suas informações? Esperemos.
Hoje o homem sabe muito mais sobre si, sobre o todo, mas este instinto ainda é o que domina. podemos perceber também, que sempre valorizamos o mais forte, o mais bonito, o mais alto, o mais interessante seja em qual assunto for. Outro dia vi dois caras no calçadão, um alto e outro baixo. Claro que por instinto, olhei/reparei primeiro no mais alto, óbvio! (por que óbvio?) E já com toda uma lista de expectativas em relação: deve ser rico, interessante, bom profissional, inteligente, educado, etc etc etc, já em relação ao mais baixo, nem reparei. Quando se aproximaram, o mais baixo era infinitamente mais interessante! Pois é, sempre ficamos nesta de dar atenção aos estereótipos. Não é uma questão só de estética, é uma questão de força de luta, de caçador, guerreiro, reprodutor. É isto, o homem tem que reproduzir. Mas aí veio o amor e tudo o que ele representa, vieram os sentimentos, as emoções, as disputas por um lugar ao sol, necessidade de se organizar em comunidades, as lutas, as liberdades, as descobertas, a política, a igreja, as transformações e seus períodos oscilantes. É uma fase, vai passar. O que é ruim passa e o que é bom também!
Crise, crise, crise; para enfrentá-la(?!), muitas escolhas tem que serem feitas. Optar sempre entre isto ou aquilo, isso até é normal, mas neste caso é obrigatório, não opcional. Há necessidade de exercitar direto paciência, aceitação, humildade, e principalmente entendimento; próprio e geral. Se não, o barco afunda.
Por vezes deixa-se de fazer algo, de ter certas atitudes, porque não dá, é tempo restrito, um "fechado pra balanço". Corta-se ítens até considerados básicos para a própria existência - cada qual tem suas prioridades. O lance é saber o que na sua própria lista é primordial, claro que tem aqueles que são básicos (luz, gás, o arroz e o feijão), mas a vida pessoal de cada um de trás seus ítens de primeira necessidade, que não tem nada a ver com o coletivo, neste caso, temos que englobar muitas outras, e aí, é lista para lá de metro.
Se compararmos pessoas de locais distintos, não precisa sair do território nacional não, podemos perceber a diferença que há de artigos, ítens em geral que são mais necessários que para outros. E para alguns, no Brasil somos muitos, temos que fazer escolhas, priorizar ítens, o tempo todo. Normal! Chato, mas normal. Assim caminha a humanidade.
E você? Já fez suas escolhas e sabe quais sãos seus ítens de primeira necessidade?

Assim Caminha A Humanidade

Composição: Lulu Santos

Ainda vai levar um tempo
Prá fechar
O que feriu por dentro
Natural que seja assim
Tanto prá você
Quanto prá mim...

Ainda leva uma cara
Prá gente poder dar risada
Assim caminha a humanidade
Com passos de formiga
E sem vontade...

Não vou dizer que foi ruim
Também não foi tão bom assim
Não imagine que te quero mal
Apenas não te quero mais...

Ainda vai levar um tempo
Prá fechar
O que feriu por dentro
Natural que seja assim
Tanto prá você
Quanto prá mim...

Ainda leva uma cara
Prá gente poder dar risada
Assim caminha a humanidade
Com passos de formiga
E sem vontade...

Não vou dizer que foi ruim
Também não foi tão bom assim
Não imagine que te quero mal
Apenas não te quero mais
Não te quero mais
Não mais!
Êh! Êh!

Não vou dizer que foi ruim
Também não foi tão bom assim
Não imagine que te quero mal
Apenas não te quero mais
Não te quero mais
Não mais!
Não te quero mais
Não mais!
Nunca mais!
Êh! Êh!




GOLDEN LEAF TOBACCO LTDA

segunda-feira, 23 de março de 2009

Kirby Blue (Assuntos x Conversas)



Impressionante como por vezes ficamos tão envolvidos com nossos próprios problemas, que esquecemos o que tem acontecido ao nosso redor; mas falar sobre o que? Sobre a legião de adolescentes franco-atiradores americanos? Das invasões em favelas por traficantes rivais, de suas milícias e seus consumidores? Dos corruptos e seus desmandos? Dos eleitores e seus compromissos? Das crises e as crises e as crises. Sempre muito do mesmo, mas são os fatos. Da morte de Clodovil? Do próximo eliminado do BBB? Da nova atração no horário nobre da TV? Mas pensando bem, sobre o que falar? Das intimidades? Do que nos afeta e fere diretamente? Do que nos incomoda em nós mesmos? De nossas mazelas? Inseguranças??? Podemos sim conversar sobre leituras novas, algo interessante visto, lido ou que tais.
Algo realmente interessante, aquela conversa, aquele papo em que saímos total abastecidos de boa informação, é raro, bem raro.

Sinto falta de algum fato marcante, não estas atrocidades por todos os lados que tem acontecido por aí. Algo que mude a forma como vemos e vivemos o Mundo; pode-se até dizer que a eleição de Obama nos EUA é um fato histórico sim, mas nada que compare ao 11 de Setembro, por exemplo. Porém vejo ficar dificíl não chegar sempre no mesmo ponto, o mais frequente nas conversas atuais, a crise; mesmo os que não estão diretamente tão afetados pela dita cuja, reservam um espaço na conversa para a crise e o quanto está difícil a vida - ouço isso desde que me entendo por gente. Fica enfadonho não é? Fica sim! Normal em tempos modernos; sempre tempos modernos.

Tempos Modernos

Composição: Lulu Santos

Eu vejo a vida
Melhor no futuro
Eu vejo isso
Por cima de um muro
De hipocrisia
Que insiste
Em nos rodear...

Eu vejo a vida
Mais clara e farta
Repleta de toda
Satisfação
Que se tem direito
Do firmamento ao chão...

Eu quero crer
No amor numa boa
Que isso valha
Pra qualquer pessoa
Que realizar, a força
Que tem uma paixão...

Eu vejo um novo
Começo de era
De gente fina
Elegante e sincera
Com habilidade
Pra dizer mais sim
Do que não, não, não...

Hoje o tempo voa amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
Não há tempo
Que volte amor
Vamos viver tudo
Que há pra viver
Vamos nos permitir...

Eu quero crer
No amor numa boa
Que isso valha
Pra qualquer pessoa
Que realizar, a força
Que tem uma paixão...

Eu vejo um novo
Começo de era
De gente fina
Elegante e sincera
Com habilidade
Pra dizer mais sim
Do que não...

Hoje o tempo voa amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
E não há tempo
Que volte amor
Vamos viver tudo
Que há prá viver
Vamos nos permitir...

E não há tempo
Que volte amor
Vamos viver tudo
Que há pra viver
Vamos nos permitir...






CABO FRIENSE INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE CIGARROS LTDA

domingo, 22 de março de 2009

Galaxy Slims (Alegria e Humor em Tempos de Guerra)



"Perco a alegria mas não perco o humor"
.

Tenho por costume pronunciar esta frase em momentos de crise, e cada vez mais ela tem sido presente após esta danada ter se abatido sobre a humanidade. É complicado mesmo manter a alegria em tempos de guerra, digo aquela alegria natural, latente, que brota e flui sem motivo aparente; sim, é difícil.
O "Aurélio" diz: Alegria - 1)Qualidade de alegre;
2)Contentamento, satisfação.
Então, como estar contente, satisfeito quando se está em crise? Impossível, até porque a crise é o momento de transição entre duas épocas distintas: a de prosperidade e a de depressão, ou vice-versa; momento de penúria, deficiência, fase difícil, grave na evolução das coisas, dos sentimentos, dos fatos (tudo isso tirei do eterno pai "Aurélio"). O que me conforta é exatamente a parte que fala ser uma fase, momento de transição, o que significa que vai passar, é o conforto, só cabe à mim manter o humor, além, é claro, do movimento pessoal necessário para transformar esta fase e passar por ela com força e dignidade, sempre. E é aí que entra o humor, que tempera, da cor, graça, divertimento no caminhar; fica muito mais leve, menos intenso e penoso enfrentar a transição e mais interessante para encontrar/alcançar a esperada prosperidade.
Ainda bem que podemos manter o humor, feliz quem consegue, afinal, quem suporta uma pessoa carrancuda, embirrada, cara fechada e de mau humor reclamando de tudo? Nem o espelho aguenta.
Mau humor afasta, isola, e mais complicado prosperar isolado. Somos seres sociáveis, e se relacionar com o outro e consigo próprio, com humor, é bem mais agradável. Concorda? Tenho certeza que sim. Concordo e sei que nem sempre este humor vem assim do nada, que não é uma constante, diária e permanente, nada é permanente, e ainda bem, imagina se fosse? Seria uma loucura; faz parte um mau-humorzinho vez por outra, o que não é saudável é que seja uma constante, assim também como desconfio de quem está feliz o tempo todo, não acredito nisso, somos seres humanos, estamos em movimento como o Universo; a linha da vida é feita de altos e baixos. Tem uma canção do Frejat que diz - "que rir é bom, mas que rir de tudo é desespero" - e, novamente inspiração vinda dos poetas maravilhosos e suas canções, Ivan Lins - "desesperar, jamais".
E em tempos de BBB, onde a impressão é estar sempre sendo observado, respeite o aviso:
"Sorria, você está sendo filmado".

Amor Pra Recomeçar

Composição: Frejat/Mauricio Barros/Mauro Sta. Cecília

Eu te desejo
Não parar tão cedo
Pois toda idade tem
Prazer e medo...

E com os que erram
Feio e bastante
Que você consiga
Ser tolerante...

Quando você ficar triste
Que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra
Que rir é bom
Mas que rir de tudo
É desespero...

Desejo!
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar
Prá recomeçar...

Eu te desejo muitos amigos
Mas que em um
Você possa confiar
E que tenha até
Inimigos
Prá você não deixar
De duvidar...

Quando você ficar triste
Que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra
Que rir é bom
Mas que rir de tudo
É desespero...

Desejo!
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar
Prá recomeçar...

Eu desejo!
Que você ganhe dinheiro
Pois é preciso
Viver também
E que você diga a ele
Pelo menos uma vez
Quem é mesmo
O dono de quem...

Desejo!
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar...

Eu desejo!
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Prá recomeçar
Prá recomeçar
Prá recomeçar...






PHILLIP MORRIS BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA

quarta-feira, 4 de março de 2009

Airs (Semana de Moda de Milão - março/2009)



A Semana de Moda de Milão este ano apresentou a crise, sim, a "crise mundial" atingiu o mundo da moda. Mas será mesmo que quem frequenta eventos deste porte está diretamente ligado à algum tipo de crise? É, pode até ser, afinal, esta dita "pegou" todos nós, "Gregos e Troianos". O fato é que mesmo assim foi uma apresentação bem criativa, com luxo sim, minimalista é verdade, com poucas novidades - estão até querendo reviver a falecida ombreira! - mas bem moderna e atual sendo clássica com referências andróginas. Outras foram as inspirações, muito brilho sim, o cinza ainda presença forte, o preto sempre, dourado para complementar, botas e mais botas, cintos que marcam a cintura deixando a mulher mais feminina.
Em tempos como este que estamos passando, usar a criatividade e o bom gosto aliados, é a grande sacada; pode-se criar, sem sair do luxo, de uma forma bem contida, $ falando, mas que se vê nitidamente a expressão do glamour, tão importante e necessário na moda, seja ela para quem for. Diria até que em tempos como este, a moda, assim como a gastronomia
, salvam qualquer tipo de insatisfação, basta poder e/ou saber desfrutá-los da melhor forma; e a que mais lhe convier, é esta.



http://www.lilianpacce.com.br/?tag=semana-de-moda-de-milao



Japan Tobacco