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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

California 90 ("Oscar")

"And the Oscar goes to ... "

Frase proferida no Teatro Kodak em Los Angeles ao revela ao mundo os que mais se destacaram no ano anterior em categorias como ator, atriz, diretor (realizador) ou cineasta, fotografia, música, roteiro (ou argumento) e melhor filme. Os ganhadores são escolhidos por mais de 5.800 membros votantes da Academia - tornam-se eleitores do Oscar todos aqueles profissionais de cinema que tenham ao menos sido indicados uma vez para alguns de seus prêmios. Entre os poucos brasileiros habilitados para votarem estão a atriz Fernanda Montenegro e os cineastas Walter Salles, Bruno Barreto e Fernando Meirelles - de diversas nacionalidades. A cerimônia de entrega do Oscar é vista ao vivo na TV por milhões de pessoas em todo o planeta e sempre traz altas curiosidades. Este ano não assisti - estou envolvido com o Carnaval carioca de rua - então só sei o que leio na Internet, não vi as celebridades, suas produções, jóias, quem chegou com quem, quem estava vestindo o que, a mais bela/elegante da noite, a mais exótica (cadê a Cher?), como estava Jack Nicholson e Nicole Kidman(sempre elegantíssima).
O Óscar (em inglês Oscar, formalmente Academy Awards (Prêmios da Academia) é o nome pelo qual são popularmente conhecidos os prêmios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos da América, fundada em Los Angeles, na Califórnia, em 11 de maio de 1927. De lá para cá muitos ganharam, outros nem indicados foram, mas o fato é ser o mais famoso e cobiçado troféu do mundo do cinema.
Hollywood sempre vendeu glamour, fama, dinheiro, beleza, amor, sexo, diversão, ilusão, muita ilusão; responsável por momentos de entretenimento onde se pode "viajar" por histórias e imagens que nos prende a atenção, faz pensar, se emocionar, refletir, chorar, rir, ... o que só faz aumentar a curiosidade por saber quem/qual foi o agraciado/reconhecido como o melhor da temporada - concorrem ao prêmio todos os filmes apresentados durante pelo menos uma semana em no mínimo três cinemas do distrito de Los Angeles no ano anterior à cerimônia - além, é claro, de poder ver o espetáculo que se tornou a cerimônia de entrega do Oscar, seu "red carpet", por onde desfilam as maiores estrelas do show business internacional.
O que a Academia premia não é necessariamente o que "cai no gosto do público", questões são levadas em consideração por eles(atores indicam atores, diretores indicam diretores etc), mas concerteza são as melhores produções realizadas pela sétima arte. Interessante poder ver os filmes indicados antes da premiação e avaliar os resultados, o que não entrou nos meus planos neste 2009, vi poucas mas boas produções.
Cinema é isso, arte, diversão, entretenimento.
Vá ao cinema! Entretenha-se!






Philip Morris Marketing S.A.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Marlboro ("Milk - A Voz da Liberdade")



Pleno Carnaval na Cidade Maravilhosa e estréias pipocando nos cinemas, é tempo de Oscar, a festa mais esperada no cenário cinematográfico mundial. Entrega de Oscar tem vários atrativos: as estrelas e seus vestidos, as jóias usadas por elas, os galãs, as homenagens, os números musicais, o espetáculo inteiro, e, é claro, os premiados. Pensando nisto, resolvi assistir alguns filmes nesta temporada, vi poucos mas bons filmes, e este ano a safra está bem boa; atuações brilhantes.
Ontem vi "Milk - A Voz da Igualdade", de Gus Van Sant com Sean Penn no papel título(atuação impecável - concorre ao Oscar).
"Milk" é a história verídica de um ativista gay na São Francisco dos anos 70 e sua luta por direitos e igualdades e se tornando o primeiro político ativista assumidamente gay na história dos Estados Unidos. O filme retrata muito bem a época; o ínicio mostra imagens de repressão aos gays nas décadas 50 e 60, período vivido por Harvey Milk - ele nasceu em 1930 - o que faz com que o espectador se situe em tempo e espaço além, é claro, de ter uma visão de como era viver gay naquele tempo. Muita coisa mudou embora ainda haja muito à ser conquistado, mas sem dúvida tudo partiu dali, da luta que aquelas pessoas iniciaram lá nas ruas de São Francisco. Sem dúvida alguma, Harvey Milk foi um desbravador. E Sean Penn está brilhante no papel fazendo um gay comedido, gestos pequenos, bem de época, o figurino é ótimo, a direção de arte sem comentários(os americanos sempre arrasam) e as vezes a fusão de imagens de época com o filme em si, cria uma certa confusão entre o que é filme e o que é imagem documentada.
Imperdível!






Philip Morris Brasil Ind. e Com. Ltda.