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sexta-feira, 17 de abril de 2009

Ella Lights 100's (Post Minimalista 25)



Momento post minimalista - informação e pouco texto - "Saudades da Bahia", do genial Dorival Caymmi.
Aqui, vídeo homenagem com Gal Costa, Nana e Danilo Daymmi.
Saudades da Bahia também tenho, embora eu seja um carioca convicto, mas assim como os baianos, também somos fervorosos amantes e defensores árduos de nossa terra natal. No Brasil, aliás, percebo que são os dois tipos de nativos mais orgulhosos que existe - e não é para ser mesmo? Mas minha informação aqui não é a admiração pelas coisas da terra, vai muito além de tudo isto.
Ai, que saudades ...

Saudade da Bahia

Ai, ai que saudade eu tenho da Bahia
Ai, se eu escutasse o que mamãe dizia
"Bem, não vá deixar a sua mãe aflita
A gente faz o que o coração dita
Mas esse mundo é feito de maldade e ilusão"
Ai, se eu escutasse hoje não sofria
Ai, esta saudade dentro do meu peito
Ai, se ter saudade é ter algum defeito
Eu pelo menos, mereço o direito
De ter alguém com quem eu possa me confessar
Ponha-se no meu lugar
E veja como sofre um homem infeliz
Que teve que desabafar
Dizendo a todo mundo o que ninguém diz
Vejam que situação
E vejam como sofre um pobre coração
Pobre de quem acretida
Na glória e no dinheiro para ser feliz






Philip Morris Brasileira S.A.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Derby Azul (Post Minimalista 21)



Post minimalista - informação e pouco texto - de volta as canções e seus poetas; hoje, "O Tempo Não Pára", de Cazuza. Um clássico bem apropriado para este momento. Aliás, sempre apropriado.


O Tempo Não Pára

Composição: Cazuza / Arnaldo Brandão

Disparo contra o sol
Sou forte, sou por acaso
Minha metralhadora cheia de mágoas
Eu sou um cara
Cansado de correr
Na direção contrária
Sem pódio de chegada ou beijo de namorada
Eu sou mais um cara

Mas se você achar
Que eu tô derrotado
Saiba que ainda estão rolando os dados
Porque o tempo, o tempo não pára

Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára

Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára

Eu não tenho data pra comemorar
Às vezes os meus dias são de par em par
Procurando uma agulha num palheiro

Nas noites de frio é melhor nem nascer
Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer
E assim nos tornamos brasileiros
Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro
Pois assim se ganha mais dinheiro

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára

Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára

Dias sim, dias não
Eu vou sobrevivendo sem um arranhão
Da caridade de quem me detesta

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas idéias não correspondem aos fatos
O tempo não pára

Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não pára
Não pára, não, não pára





Souza Cruz S.A.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Free (Momento Série Post Minimalista)



Tenho escrito ultimamente pots intitulados minimalistas. Este título foi lançado para aqueles momentos em que quero expressar meu estado de espírito, uma opinião, uma observação ou somente para relaxar, isto através de uma música, um poema ou o que pintar, algo que sintetize, de alguma forma, o assunto que quero abordar não sendo necessário discorrer sobre o tema.

Os temas podem ser variados, podem surgir através de uma idéia, um acontecimento, um fato histórico, um pensamento qualquer, uma crítica, uma lembrança, uma homenagem, um momento em que não estou para escrever muito o que não significa falta de assunto. Aí a solução, post minimalista.
Em determinados momentos é mesmo bem melhor falar menos, dizer menos, expressar sim, mas de uma forma menos, ser sucinto, resumido, objetivo, prático; nada de firulas e rococós, nada de discorrer verborragicamente sobre. É bom deixar um pouco nas entrelinhas, que o receptor perceba a mensagem sem que o assunto seja tão exposto. É melhor ser natural, direto, usar os poetas, os pensadores, os que nos inspiraram, os representantes máximos das artes, da cultura, da moda, do futebol, ... , o que realmente faz valer a existência humana, seja em que área for, para expressar o que se sente. Assim exercita-se a máxima, meio filosófico mas, menos é sempre mais! (não em todos os casos, claro! rsrsrs)


SOUZA CRUZ S/A