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sábado, 31 de janeiro de 2009

L&M (Feira Livre)






Terça-feira, 20 de Janeiro, dia de São Sebastião, feriado na cidade e dia de feira livre na Pça. Gen. Osório. Oba! Acordei e resolvi passear pela feira. Gosto de ver o colorido das frutas, o cheiro que exalam, as flores, e também o cheiro da peixaria(?!). Imagino o que sentiram os primeiros colonizadores com essa profusão de cores e sabores. As ervas, os temperos, legumes e verduras, é bonito de ver. Tem duas feiras livres na Zona Sul do Rio que gosto muito: a citada acima e a da Pça. Santos Dumont na Gávea. Esta última então é maravilhosa. Produtos de alta qualidade, bem arrumados, boa organização e o mais importante, espaço para circulação, já que preços, bom, esse assunto fica para outro post.
Mas o que quero escrever é, nestes tempos de "Dr. Bactéria", como pode ficar totalmente exposto uma banca de carne suína? Sem a menor higiene, bancas deste tipo ficam o dia inteiro, com um calor tropical no picos, expondo carne suína em contato com a sujeira da rua, insetos e sabe-se lá mais o que. Me impressionou. Assim como a peixaria e outras bancas também. Sei que comecei meio lúdico, mas foi assim que saí de casa naquela manhã, mas no decorrer do dia ...



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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Marlboro Light (Praça General Osório)






Acordei sem cigarros. Como pude? Dormir sem cigarros tudo bem, mas acordar sem aquele primeiro cigarro do dia após uma boa xícara de café com leite bem adocicada??!! Não dá para começar o dia. Estava também sem grana em casa e resolvi ir ao banco e, para isso, cruzei a Pça. Gal. Osório. http://www.expressao.com.br/empresa/livro_osorio/apresentacao.html Esta praça já faz parte da minha vida muito antes de fazer parte do "quintal de minha casa" hoje em dia. É assim que me refiro - "minha casa é pequena mas meu quintal é grande". A Banda de Ipanema, a Feira Hippie, a Feira Livre às terças, minha terapeuta, banco, trecho da praia, o início de Ipanema, a proximidade de Copacabana, Arpoador e Lagoa, e por aí vai. "Lembro" de coisas que eu nem vivi, ou talvez tenha sido em outras vidas, como a boutique que a Leila Diniz tinha no final de uma galeria na praça nos idos dos anos 70, a visita de Janis Joplin e seu passeio com Serguei pela Feira Hippie, as vezes que Gal Costa estacionava seu Fiat 147 para ir à praia no Píer, a bebedeira do pessoal do Jangadeiros, as boates que não existem mais, o Gordon e os lanches na madrugada ...
Mas o que me chamou a atenção foi que depois que cercaram as praças, deixamos de passar por elas, "dentro" delas, e isso acontecia comigo. Nunca andava "entre" a praça e hoje tive que fazer pois com as obras do metrô, existe um "desvio" para pedestres por dentro da praça. Adorei! Como gosto de ar puro, livre. Era uma manhã de verão com o dia nublado mas muito quente, pássaros cantando, pouca gente nas ruas, casal de namorados, crianças, vovôs, ... , meio bucólico até. E não é que a obra do metrô aqui não causou confusão alguma? Bem organizado. As feiras estão se virando bem, o comércio em torno parece prosperar (que assim seja!) e em breve teremos uma Estação do Metrô bem aqui na porta de casa; mas a segurança tem que vir também. Não há condição de continuar essa miséria nas nossas portas. Sair à noite é risco de vida, triste dizer, mas é verdade.


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