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terça-feira, 3 de março de 2009

Surf Lights (Arpoador)






Hoje decidi dar um mergulho nas águas do Arpoador, esse belíssimo pedaço de areia do Rio de Janeiro que divide a Princesinha do Mar da eterna garota Ipanema. Parecia Caribe, águas límpidas, pouquíssimas pessoas - aliás só é possível assim, dia de semana mesmo - uma maravilha. Na verdade Arpoador é a pedra que divide essas praias, com o Forte de Copacabana no meio (ver http://pt.wikipedia.org/wiki/Arpoador , http://www.rio.rj.gov.br/riotur/pt/atracao/?CodAtr=1407 ), mas a minha verdade é que mesmo sabendo disto não tenho o costume de frequentar, até porque dia de semana assim é mais complicado, mesmo que eu não tenha nada para fazer, não tenho o costume de ficar estatelado nas areias escaldantes. Gosto de praia com propósito: amigos para conversar, ler algo, praticar algum esporte(??!!), sei lá, caminhar que seja, tem que ter atividade, nem que seja sentado. Mas fui, decidi que iria fazer diferente hoje, sair da frente de uma tela de computador e seu teclado e curtir esse marzão que tão próximo estou, honrar o IPTU que pago, nem que seja para isso; minha tendência é o quase Posto 9, lugar já familiarizado por mim, conhecido, mas por que não o "intimista" Arpoador, esse lugar onde frequentei tantas noites no Circo Voador, tantas luas nas pedras reveladoras ... ? Menor, uma bela pedra com um visual estupendo, "viajante", calmante até, eu diria, pessoas outras que não costumo ver, calçadão bem próximo nas alturas, aquela água com surfistas para lá e para cá(ops!), parece mais com "dias de férias", aqueles que temos quando não estamos em nossa cidade, aquele sentimento que só é possível estando em terras outras; foi isso que senti. Bom né? Foi sim, muito bacana. O que preciso mesmo é aproveitar mais oportunidades como esta e me permitir, moro tão perto e quase não aproveito. Estranho, muito estranho. Pretendo fazer diferente agora. Se permita você também! Curta o que tiver ao seu alcance da melhor maneira possível; valorize.
Afinal, tudo é passageiro mesmo.


Tabaqueira S.A.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Capri (Caminhada Matinal)






Voltei à caminhar pela manhã. Começar o dia com uma boa caminhada pela orla do Arpoador ao Leblon, já é o começo de um dia bem sucedido. É um sacrilégio não aproveitar esse espaço, essa cidade ... Ver o Morro Dois Irmãos, apreciar os belos prédios(alguns!), o Jardim de Alah, o mar e seus pescadores, o mar ... Ah o mar! Aproveito para fazer minha agenda, colocar idéias em ordem, acerta comigo alguns sentimentos, me ordenar ou nada disso, simplesmente caminhar e sentir a natureza, as ondas, o cheiro de maresia, o calor do sol nascendo ... O horário que caminho é bem vazio, ainda não tem os belos mas tem os saudáveis praticando cada um o seu esporte, que é variável por demais. Concordo ser belo ver corpos vendendo saúde praticando um volei na areia mas tenho percebido que aumenta muito a quantidade de espaços reservados para um time, uma equipe, um grupo de amigos, academia pública, ... , sobra pouco espaço para os frequentadores. Quando chega o verão então, a quantidade de barraca de bebida na areia cresce e, no Carnaval, assustadoramente. Tem pessoas, famílias que se mudam para lá; o Posto 9 fica insuportável. Para onde vai todo o meu, o seu, o nosso IPTU??? É de entristecer.
Não precisa de nada mais, deixa só a natureza fluir; vivemos em um país tão miserável que as pessoas ficam loucas nesta temporada para "fazer dinheiro". É conhecida como "alta temporada".
Vende-se de tudo, aluga-se tudo, arma-se tudo, ou seja, muito tudo. Mas isso vende. Tem público.
Espero mesmo que este ano não seja igual àquele que passou!




SOUZA CRUZ S/A

Marlboro Light (Praça General Osório)






Acordei sem cigarros. Como pude? Dormir sem cigarros tudo bem, mas acordar sem aquele primeiro cigarro do dia após uma boa xícara de café com leite bem adocicada??!! Não dá para começar o dia. Estava também sem grana em casa e resolvi ir ao banco e, para isso, cruzei a Pça. Gal. Osório. http://www.expressao.com.br/empresa/livro_osorio/apresentacao.html Esta praça já faz parte da minha vida muito antes de fazer parte do "quintal de minha casa" hoje em dia. É assim que me refiro - "minha casa é pequena mas meu quintal é grande". A Banda de Ipanema, a Feira Hippie, a Feira Livre às terças, minha terapeuta, banco, trecho da praia, o início de Ipanema, a proximidade de Copacabana, Arpoador e Lagoa, e por aí vai. "Lembro" de coisas que eu nem vivi, ou talvez tenha sido em outras vidas, como a boutique que a Leila Diniz tinha no final de uma galeria na praça nos idos dos anos 70, a visita de Janis Joplin e seu passeio com Serguei pela Feira Hippie, as vezes que Gal Costa estacionava seu Fiat 147 para ir à praia no Píer, a bebedeira do pessoal do Jangadeiros, as boates que não existem mais, o Gordon e os lanches na madrugada ...
Mas o que me chamou a atenção foi que depois que cercaram as praças, deixamos de passar por elas, "dentro" delas, e isso acontecia comigo. Nunca andava "entre" a praça e hoje tive que fazer pois com as obras do metrô, existe um "desvio" para pedestres por dentro da praça. Adorei! Como gosto de ar puro, livre. Era uma manhã de verão com o dia nublado mas muito quente, pássaros cantando, pouca gente nas ruas, casal de namorados, crianças, vovôs, ... , meio bucólico até. E não é que a obra do metrô aqui não causou confusão alguma? Bem organizado. As feiras estão se virando bem, o comércio em torno parece prosperar (que assim seja!) e em breve teremos uma Estação do Metrô bem aqui na porta de casa; mas a segurança tem que vir também. Não há condição de continuar essa miséria nas nossas portas. Sair à noite é risco de vida, triste dizer, mas é verdade.


PHILLIP MORRIS BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA