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quarta-feira, 21 de abril de 2010

Capri (Post Galeria 11 / Ipanema, Sempre!!!)

  
Quantas vezes já postei aqui e, continuarei fazendo, sobre minha querida amada Ipanema? É um amor incondicional, se é que este termo se apropria quando falo de Ipanema.
Sempre fui seu amante, mesmo que a distância. Hoje me sinto seu, integrado com o encontro de céu e mar, com as Ilhas Cagarras ao fundo, com o pôr-do-sol mais espetacular que existe, com os corpos saudáveis e morenos que passam em mão dupla, sua poesia, sua brisa ...
Post galeria - imagens e pouco texto - Ipanema, Sempre!!!



Wikipédia:
Ipanema é um bairro da cidade brasileira do Rio de Janeiro, fundado em 1894 pelo Barão de Ipanema. Um dos bairros mais nobres da cidade, localiza-se na zona sul da cidade e possui um belo litoral. Faz divisa com os bairros de Copacabana, Leblon e Lagoa.
O nome Ipanema significa "água ruim, rio sem peixes" em tupi-guarani. No entanto o bairro recebeu o nome Ipanema por conta de seu fundador, da mesma forma que Charles Le Blond atribuiu seu nome ao Leblon.


  
  • A Rua 20 foi a primeira rua do bairro, atualmente chamada Visconde de Pirajá.

  
O desenvolvimento da Zona Sul foi forçado pela chegada da corte portuguesa no século XIX, quando a população da cidade (capital na ocasião) passou de sessenta mil para quinhentos mil habitantes. A corte preferiu seguir rumo norte, em direção à Floresta da Tijucaenquanto o corpo diplomático e os ingleses preferiram a Zona Sul, onde só havia vilas de pescadores.

  
O loteamento de Ipanema começou após a fundação da Villa Ipanema em 1894 pelo Barão de Ipanema. Apesar de Ipanema ter se desenvolvido primeiro que o Leblon, as terras de Ipanema também pertenceram ao francês Charles Le Blond, que as vendeu a Francisco José Fialho, que por sua vez as vendeu ao Barão de Ipanema em 1878.

PorDoSolIpanema.jpg



 Interessado no loteamento da região, o Barão de Ipanema configurou as praças Marechal Floriano Peixoto (atual Praça General Osório) e Coronel Valadares (atual Nossa Senhora da Paz), abriu a avenida Vieira Souto, as ruas Alberto de Campos, Farme de Amoedo, Prudente de Morais,Nascimento Silva, Montenegro (atual Vinícius de Moraes), Vinte de Novembro (avenida Visconde de Pirajá), Quatro de Dezembro (hoje Teixeira de Melo), Dezesseis de Novembro (Jangadeiros), Vinte e Oito de Agosto (Barão da Torre), entre outras.

O período de maior adensamento do bairro se deu a partir dos anos 60, quando houve o avanço da especulação imobiliária sobre o bairro, substituindo casas por edifícios. Os preços dos imóveis disparam e Ipanema passa a ser um dos bairros mais caros do Rio de Janeiro. Sinônimo de vanguarda, nos anos 60 e 70, Ipanema é palco do Tropicalismo, da Bossa-Nova, do Pasquim, do Teatro de Ipanema, da tanga e do top-less.

  
  
A partir dos anos 90 passou a ser freqüentado pela comunidade homossexual de todo o Rio de Janeiro. Atualmente, conta com diversas atrações que buscam cativar este público, tanto na Praia de Ipanema quanto no bairro, como por exemplo na rua Farme de Amoedo.


O projeto paisagístico das calçadas de Ipanema é do arquiteto e paisagista Renato Primavera Marinho, em comemoração do quarcentenário da cidade.


Os visitantes da praia de Ipanema devem ter cuidado na hora de mergulhar, pois há correntezas fortes. O Arpoador, uma das pontas de Ipanema, é um paraíso do surfe. O Posto 9 é considerado um dos melhores pontos da praia carioca, frequentado por celebridades e pelos jovens. Um hábito bastante comum é aplaudir o por do sol, um costume lançado no verão de 68/69, quando o jornalista Carlos Leonam, inconformado com a beleza, começou a aplaudir, sendo logo em seguida acompanhado pela roda de amigos, que contava com a presença de Gláuber RochaJoão SaldanhaJô Soares, entre outros. Esse costume de aplaudir o pôr-do-sol foi consagrado pelo publicitário Roberto Duailibi, numa propaganda para televisão de protetor solar.


  


Os tempos são outros mas, Ipanema, sempre!!!



Cia. de Cigarros Souza Cruz

Vogue SuperSlims (Post Galeria 10 / Joaquim José da Silva Xavier: Tiradentes e a Inconfidência Mineira - Um Grito de Liberdade!)

  
Hoje é feriado nacional, Dia de Tiradentes, já escrevi sobre esta personalidade da História do Brasil, um herói, questionado por alguns historiadores, mas sem dúvida alguma, um dos precursores na luta pela liberdade tão almejada por todos, em todos os períodos da História do Mundo. 
Faço minha homenagem à Joaquim José da Silva Xavier, que sofreu a barbarie do poder de então.
Post galeria - imagens e pouco texto - Joaquim José da Silva Xavier: Tiradentes e a Inconfidência Mineira - Um Grito de Liberdade!.

   

Wikipédia:

Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes (Fazenda do Pombal, batizado em 12 de novembro de 1746 — Rio de Janeiro21 de abril de 1792) foi um dentistatropeiromineradorcomerciantemilitar e ativista político que atuou no Brasil colonial, mais especificamente nas capitanias de Minas Gerais e Rio de Janeiro. No Brasil, é reconhecido como mártir da Inconfidência Mineira, patrono cívico do Brasil e herói nacional.


O dia de sua execução, 21 de abril, é feriado nacional. A cidade de Tiradentes (Minas Gerais), antiga Vila de São José do Rio das Mortes, foi nomeada em sua homenagem.
  
  




 
   
Com os conhecimentos que adquirira no trabalho de mineração, tornou-se técnico em reconhecimento de terrenos e na exploração dos seus recursos. Começou a trabalhar para o governo no reconhecimento e levantamento do sertão brasileiro. Em 1780, alistou-se na tropa da Capitania de Minas Gerais; em 1781, foi nomeado comandante do destacamento dos Dragões na patrulha do "Caminho Novo", estrada que servia como rota de escoamento da produção mineradora da capitania mineira ao porto Rio de Janeiro. Foi a partir desse período que Tiradentes começou a se aproximar de grupos que criticavam a exploração do Brasil pela metrópole, o que ficava evidente quando se confrontava o volume de riquezas tomadas pelos portugueses e a pobreza em que o povo permanecia.
Morou por volta de um ano na cidade carioca, período em que idealizou projetos de vulto, como o bondinho do Pão-de-Açúcar e a canalização dos rios Andaraí e Maracanã para a melhoria do abastecimento d'água no Rio de Janeiro; porém, não obteve aprovação para a execução das obras. Esse desprezo fez com que aumentasse seu desejo de liberdade para a colônia. De volta às Minas Gerais, começou a pregar em Vila Rica e arredores, a favor da independência daquela província. Organizou um movimento aliado a integrantes do clero e da elite mineira, como Cláudio Manuel da Costa, antigo secretário de governo, Tomás Antônio Gonzaga, ex-ouvidor da comarca, e Inácio José de Alvarenga Peixoto, minerador. O movimento ganhou reforço ideológico com a independência das colônias estadunidenses e a formação dos Estados Unidos da América. Ressalta-se que, à época, oito de cada dez alunos brasileiros em Coimbra eram oriundos das Minas Gerais, o que permitiu à elite regional acesso aos ideais liberais que circulavam na Europa.
 A partir da nomeação de Antônio da Cunha Meneses como governador da província, em 1782, ocorreu a marginalização de parte da elite local em detrimento de seu grupo de amigos. O sentimento de revolta atingiu o máximo com a decretação da derrama, uma medida administrativa que permitia a cobrança forçada de impostos atrasados, mesmo que preciso fosse confiscar todo o dinheiro e bens do devedor, a ser executada pelo novo governador das Minas GeraisLuís Antônio Furtado de Mendonça, 6.º Visconde de Barbacena (futuro Conde de Barbacena), o que afetou especialmente as elites mineiras. Isso se fez necessário para se saldar a dívida mineira acumulada, desde 1762, do quinto, que à altura somava 538 arrobas de ouro em impostos atrasados.

    

Porém, antes que a conspiração se transformasse em revolução, em 15 de março de 1789 foi delatada aos portugueses por Joaquim Silvério dos ReiscoronelBasílio de Brito Malheiro do Lagotenente-coronel, e Inácio Correia de Pamplona, luso-açoriano, em troca do perdão de suas dívidas com a Real Fazenda. Anos depois, por sua delação e outros serviços prestados à Coroa, Silvério dos Reis receberia o título de Fidalgo.
Os principais planos dos inconfidentes eram: estabelecer um governo republicano independente de Portugal, criar manufaturas no país que surgiria, uma universidade em Vila Rica e fazer de São João del-Rei a capital. Seu primeiro presidente seria, durante três anos, Tomás Antônio Gonzaga, após o qual haveria eleições. Nessa república não haveria exército – em vez disso, toda a população deveria usar armas, e formar uma milícia quando necessária. Há que se ressaltar que os inconfidentes visavam a autonomia somente da província das Minas Gerais, e em seus planos não estava prevista a libertação dos escravos africanos, apenas daqueles nascidos no Brasil.
Em parte por ter sido o único a assumir a responsabilidade, em parte, provavelmente, por ser o inconfidente de posição social mais baixa, haja vista que todos os outros ou eram mais ricos, ou detinham patente militar superior. Por esse mesmo motivo é que se cogita que Tiradentes seria um dos poucos inconfidentes que não era tido como maçom.
Executado e esquartejado, com seu sangue se lavrou a certidão de que estava cumprida a sentença, tendo sido declarados infames a sua memória e os seus descendentes. Sua cabeça foi erguida em um poste em Vila Rica, tendo sido rapidamente cooptada e nunca mais localizada; os demais restos mortais foram distribuídos ao longo do Caminho Novo: Santana de Cebolas (atual Inconfidência, distrito de Paraíba do Sul), Varginha do LourençoBarbacena e Queluz (antiga Carijós, atual Conselheiro Lafaiete), lugares onde fizera seus discursos revolucionários. Arrasaram a casa em que morava, jogando-se sal ao terreno para que nada lá germinasse.

Portanto condenam o réu Joaquim José da Silva Xavier, por alcunha o Tiradentes, alferes que foi do Regimento pago da Capitania de Minas, a que, com baraço e pregão seja conduzido pelas ruas públicas ao lugar da forca, e nela morra morte natural para sempre, e que depois de morto lhe seja cortada a cabeça e levada a Vila Rica, onde no lugar mais público dela, será pregada em um poste alto, até que o tempo a consuma, e o seu corpo será dividido em quatro quartos, e pregados em postes, pelo caminho de Minas, no sítio da Varginha e das Cebolas, onde o réu teve as suas infames práticas, e os mais nos sítios das maiores povoações, até que o tempo também os consuma, declaram o réu infame, e seus filhos e netos tendo-os, e os seus bens aplicam para o Fisco e Câmara Real, e a casa em que vivia em Vila Rica será arrasada e salgada, para que nunca mais no chão se edifique, e não sendo própria será avaliada e paga a seu dono pelos bens confiscados, e mesmo chão se levantará um padrão pelo qual se conserve em memória a infâmia deste abominável réu; [...]
Sentença proferida contra os réus do levante e conjuração de Minas Gerais

Foi a República – ou, mais precisamente, os ideólogos positivistas que presidiram sua fundação – que buscaram na figura de Tiradentes uma personificação da identidade republicana do Brasil, mitificando a sua biografia. Daí a sua iconografia tradicional, de barba e camisolão, à beira do cadafalso, vagamente assemelhada a Jesus Cristo e, obviamente, desprovida de verossimilhança. Como militar, o máximo que Tiradentes poder-se-ia permitir era um discreto bigode. Na prisão, onde passou os últimos três anos de sua vida, os detentos eram obrigados a raspar barba e cabelo a fim de evitar piolhos. Também, o nome do movimento, "Inconfidência Mineira", e de seus participantes, os "inconfidentes", foi cunhado posteriormente, denotando o caráter negativo da sublevação – inconfidente é aquele que trai a confiança. Outra versão diz que por inconfidência era termo usado na legislação portuguesa na época colonial e que "entendia-se por inconfidência a quebra da fidelidade devida ao rei, envolvendo, principalmente, os crimes de traição e conspiração contra a Coroa", e, que para julgar estes crimes eram criadas "juntas de inconfidência".
Atualmente, onde se encontrava sua prisão, funcionou a Câmara dos Deputados na chamada "Cadeia Velha", que foi demolida e no local foi erguido o Palácio Tiradentes que funcionava como Câmara dos Deputados até a transferência da capital federal para Brasília. No local onde foi enforcado ora se encontra a Praça Tiradentes e onde sua cabeça foi exposta fundou-se outra Praça Tiradentes. Em Ouro Preto, na antiga cadeia, hoje há o Museu da Inconfidência. Tiradentes é considerado atualmente Patrono Cívico do Brasil, sendo a data de sua morte, 21 de abril, feriado nacional. Seu nome consta no Livro de Aço do Panteão da Pátria e da Liberdade, sendo considerado Herói Nacional.

  






Souza Cruz S.A.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Lucky Strike (Post Galeria 9 / Santo Expedito)

Post galeria - imagens e pouco texto - Santo Expedito.

Wikipédia:
Santo Expedito é um santo da Igreja Católica Apostólica Romana. Popularmente considerado o Santo das causas justas e urgentes.
Antes de sua conversão ao Cristianismo, tinha uma vida devassa e, quando prestes a converter-se, apareceu-lhe um espírito do mal, na forma de um corvo, grasnando "cras" - que em latim significa "amanhã" - mas esse grande santo pisoteou o corvo, bradando "hodie", que significa "hoje", confirmando sua urgente conversão.


 
Oração a Santo Expedito
Meu Santo Expedito das Causas Justas e Urgentes, 
Socorrei-me nesta hora de aflição e desespero e
Intercedei por mim junto ao Nosso Senhor Jesus Cristo! 

Vós que sois um Santo Guerreiro, 
Vós que sois o Santo dos Aflitos e do Desesperados, 
Vós que sois o Santo das Causas Justas e Urgentes protegei-me.

Ajudai-me, dai-me força, coragem e serenidade. 
Atendei ao meu pedido...
(fazer o pedido). 

Ajudai-me a superar estas horas difíceis,
Protegei-me de todos que possam me prejudicar,
Protegei minha família, devolvei-me a paz e a tranqüilidade. 

Atendei ao meu pedido com urgência. 
Serei grato a vós pelo resto de minha vida e
Levarei vosso nome a todos que têm fé.

1 pai-nosso + 3 ave-marias + sinal-da-cruz.
    



http://pt.wikipedia.org/wiki/Santo_Expedito
http://www.expeditosanto.com.br/oracao2.php




Philip Morris do Brasil Ind. e Com. Ltda.